O poder da economia compartilhada…

O poder da economia compartilhada, aliada a reputação digital e ao empreendedorismo

Nos tempos modernos, estar conectado à rede mundial de computadores deixou de ser algo supérfluo, para tornar-se uma necessidade cotidiana.

Há aproximadamente duas décadas, nada era como nos dias atuais. O universo online evoluiu exponencialmente ao longo desse período, e junto com essa evolução o número de pessoas conectadas à rede aumentou de forma gigantesca.

Podemos observar que nossa popular internet se transformou em um fenômeno global, e fenômenos globais surgiram (e vêm surgindo) através dela. Tornou-se uma via de mão dupla!

“O mundo já está praticamente todo conectado!”

E isso fez com que milhares de empresas no mundo desenvolvessem seus modelos de negócios exclusivamente na web, ou através de aplicativos conectados a internet que rodam em computadores tradicionais, tablets e smartphones.

Esse fenômeno também permitiu que pessoas “comuns” construíssem verdadeiras fortunas no universo online, das mais variadas formas… Eles construíram o que chamamos de reputação digital. De um modo simplista, podemos dizer que reputação é a percepção da imagem de uma pessoa ou empresa na rede, através de produtos, serviços e conteúdos oferecidos por elas.

Citando como exemplos os blogs/canais do YouTube Quero Ficar Rico, do Rafael Seabra, e o Me Poupe! da Nathalia Arcuri, eles fizeram da educação financeira sua base, e posteriormente seu negócio. Através desses veículos, eles publicam semanalmente artigos e vídeos, disseminando um amplo conhecimento em finanças aos seus seguidores.

A Nath, como é conhecida, já conta com mais de 1 milhão de seguidores. O Rafael tem mais de 100 mil seguidores, que também é um número bastante expressivo.

Assim como os dois canais citados acima, surgiram outros tantos sobre educação financeira e finanças pessoais, e outros tipos de conteúdos que movimentam a rede com milhões de seguidores.

“Com tanta diversidade nos mais diversos temas, essas plataformas permitem o surgimento de novos negócios e parcerias, e aí surge outro conceito intrinsecamente ligado a esse universo é o da economia compartilhada.”

Diversas empresas criaram seus modelos de negócios baseado nesse tipo de economia. Exemplos? Netflix, Uber, AirBnb dentre outros… Basicamente essas corporações oferecem um produto ou serviço, desenvolvem seus negócios e criam uma imagem – a tal da reputação digital – entre os consumidores.

São inúmeras as plataformas disponíveis na internet, e para as mais diversas necessidades. Desde o conhecido Sympla, onde não se paga nada por hospedar um evento, e o único custo é compartilhado em forma de porcentagem na venda de ingressos, ao site que compartilha brinquedos que seus filhos não brincam mais. No Brincou Trocou, os brinquedos são trocados por uma moeda do próprio site, e você pode trocar essas moedas por um outro brinquedo.

A economia compartilhada vem abrindo os horizontes, transformando pensamentos, rompendo barreiras e construindo pontes, causando disrupção em mundo cada vez mais globalizado. Um novo futuro desperta, fazendo com que negócios inovadores estejam mais presentes, e sejam essenciais, na sociedade.

Vivenciar a “era do compartilhamento”, nos permite ter acesso a produtos, serviços e informações a um “click” de distância.

Esse cenário permite um enorme leque de possibilidades. Podemos validar experiências a partir do momento que se compartilha, e faz com que se torne uma reação em cadeia. Daí, a economia compartilhada vai construindo bases sólidas na confiança e na credibilidade. Fatores primordiais para construir uma reputação digital.

Compartilhar por compartilhar já não faz mais sentido. Estamos descobrindo que nossa imagem pode abrir novas oportunidades, e que nosso conhecimento só tem valor quando é disseminado.

E não há dúvidas que um novo ciclo se iniciou… A economia compartilhada desencadeou uma onda de inovações no universo do empreendedorismo, e consequentemente uma geração de valor sem tamanho a sociedade.

Porque o mundo não é um só, somos todos nós!

*Este artigo foi escrito em parceria com César Cardoso.

Author Ana

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