fbpx

Você já pensou em empreender na economia colaborativa?

Compartilhe

Quando se pensa em empreendedorismo, logo se imagina em largar um emprego e seguir uma nova carreira, abrindo um negócio, seja uma loja ou um restaurante, uma pastelaria ou lanchonete, seja lá o que você imagina de modelos “convencionais”. É quase seguir uma receita de bolo.

Só que, quando falamos de economia colaborativa ou criativa, é quase que tirar um coelho da cartola, não é só empreender, é ser inovador. Por isso, se antes abrir um negócio a “receita” inicial era fazer um plano de negócio, uma pesquisa de mercado e construir seu Marketing dentro dos 4Ps, na nova economia é como pular de Bungee Jumping. A única certeza que você tem é que vai dar certo, ou seja, que o elástico foi feito para não arrebentar, que outros já pularam e sobreviveram. Então, porque não pular?

Mas apesar de parecer algo no acaso, não é. Você também terá que fazer um plano de negócio, ver a viabilidade da sua ideia, conversar com as pessoas e ampliar seus contatos. Só que, um pouco diferente dos modelos convencionais, normalmente você não espera todo o processo finalizar para começar, porque você já está empreendendo em segundo plano, o famoso plano B.

Um exemplo disso é a venda de produtos de artesanato com lojas virtuais tipo Elo7. Outra saída bem comum é fazer uma página ou pertencer a grupos de pequenos empreendedores no Facebook, tudo isso sem ter uma loja física ou oficialmente um negócio.

Quem já pensou em alugar um marido no “Marido de Aluguel 24h”?(estou pensando seriamente em alugar o meu..rsrsrsrs) – Brincadeiras a parte, olha que interessante o tipo de serviço. O nome não é nada convencional, mas traz toda a funcionalidade para uma pessoa que mora sozinha precisa e até mesmo um casal que não tem tempo para fazer pequenos consertos em casa. Ou seja, alugar um marido é uma boa saída mesmo que você já tenha um.

O interessante é que, de 20 a 30 anos atrás, isso não era nada comum, no entanto vários profissionais já ofereciam serviços isoladamente, mas com o aumento do desemprego e a necessidade de se encontrar um novo caminho, os profissionais de diversas áreas foram se juntando e transformando seus serviços em um negócio com um nome bem convidativo e inovador.

Em uma breve pesquisa encontrei um reportagem de 2007, já falando dos Maridos de Aluguel. Isso mostra que essa nova economia já vinha se manifestando, mesmo que sutilmente.

 

Se alugar o marido é uma ótima opção, que tal poder chamar uma diarista pelo celular, não porque você a conhece, mas porque ela está disponível em um aplicativo? O app Parafuzo Express, faz isso por você. Desde 2014 vem sendo essa ponte entre quem precisa de um serviço de diarista e quem presta o serviço.

Novamente a economia colaborativa vem sendo esse elo de construção de pontes, entre quem precisa e quem tem o meio de viabilizar os resultados. Você tem um serviço, mas não sabe quem pode viabilizar o acesso? Tenho certeza que tem alguém com uma ideia interessante que possa te ajudar.

É assim que a economia colaborativa se movimenta, construindo pontes entre pessoas e necessidades, onde todos ganham. Tem também os movimentos sociais, projetos que surgiram de ideias para melhoria do meio, que encontram formas de serem realizadas, mas isso é tema para outro artigo.

O que venho dizer hoje é que o mundo realmente está mudando e as pessoas (e eu me incluo nesse grupo), querem contribuir com o que elas têm de melhor. Não quero só viver meu sonho, quero contribuir para os sonhos dos outros se realizem também. Empreender nunca esteve tão em alta, apesar de ser uma característica impregnada na veia dos brasileiros, nunca se teve tanta oportunidade de empreender como agora.

Se você fizer uma breve pesquisa, em cada cantinho desse país tem alguém fazendo “renda” com uma ideia inovadora. A nova economia está dando visibilidade a essas pessoas e a internet está abrindo as portas para o mundo, como o meio de compartilhar ideias, derrubar fronteiras e diminuir distancias.

Um novo mundo desperta no horizonte de nossos sonhos. Nunca estivemos tão próximos e com chance de sermos tão prósperos. Lendo o livro do Gil Giardelli “Você é o que você Compartilha”, percebi que essa mudança é tão verdadeira quanto genial. Penso que nunca foi tão fácil de realizar coisas boas como estamos tendo agora.

Dentro dessa nova ordem, onde tudo está ao nosso alcance, podemos criar um mundo melhor, como também podemos bagunçar tudo. Mas acredito no ser humano, que sua capacidade de fazer o bem e de mudar a realidade, é muito maior que seu o lado ruim. Como sempre digo: A maioria é boa, só que a minoria é muito barulhenta e intimida os bons.

Então, se você faz parte da maioria que é boa, mas está meio intimidada com essa minoria barulhenta, junte-se aos bons! Traga sua ideia para rede, faça algo por você, por nós e pela sociedade. Deixe sua marca e suas pegadas por onde passar.

Então, como empreender nessa nova economia? 

Como disse no artigo anterior, não existe receita de bolo, mas você precisa ser verdadeiro em seus propósitos, eles precisam passar credibilidade, confiança e seriedade. Essa é a base para o sucesso! Ser ousado e inovador talvez sejam a pitada do seu diferencial, mas com consciência de que você vai errar e vai acertar várias vezes. Mas vai seguir em frente, pois, você sabe por que está empreendendo.

Sei por que quero empreender, quero deixar as pegadas do “À Mineira” no mundo. Espero que as pessoas digam: A Ana do “À Mineira” passou por aqui e que construiu muitas pontes, aproximou muitas ideias, fez muitos profissionais realizados, levou muita informação por onde passou e multiplicou sonhos e projetos.

E você? Como quer ser lembrado?

Um grande abraço!

eventos, palestras, palestrantes, empresas