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O presente já se tornou compartilhado e você? Já é um colaborador?

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A vida no interior nos ensina muito sobre a colaboração.

Essa frase pode parecer um pouco controversa, partindo do princípio que, as grandes inovações surgem, nos grandes centros. Mas compartilhar, faz parte do jeito de ser interiorano que, tem na sua essência o verbo ajudar.

Então, todas as pessoas que vivem em cidades pequenas colaboram? – Depende!

Portanto, descobrir os sinais da colaboração em suas atitudes – e nas dos outros – são processos que, se você ainda não iniciou, é melhor começar a pensar sobre o assunto, pois, mais cedo ou mais tarde, você terá de se perguntar: Será que eu sei colaborar? Independente de você estar no meio corporativo ou se você é um empreendedor, a nova mentalidade é algo que está em crescente expansão.

Os próprios conteúdos que publicamos aqui no LinkedIn, são uma forma de colaboração. Você doa um pouco do seu tempo e do seu conhecimento para as pessoas que estão aqui. Em troca, você amplia seus horizontes, conhece pontos de vista diferentes e valiosos, e amplia seu networking. Isso eu já comentava em vários artigos que publiquei sobre produção de conteúdo.

Percebendo essas movimentações do mercado, algumas empresas, incorporaram iniciativas que promovem o compartilhamento de ideias, seja com a produção de conteúdos nas redes sociais, a comunicação entre setores que, proporcionam aos gestores identificar novas estratégias, oportunidades e futuras parcerias com resultados de sucesso.

Um exemplo disso é a Algar Telecom, veja um trecho da entrevista ao site em.com.br:

Cida Garcia, diretora de talentos humanos da Algar Telecom, conta que o modelo de gestão de capital humano da empresa, denominado “empresa rede”, é baseado em valores e processos implementados desde a década de 1990, quando houve a ruptura com o antigo modelo de “manda quem pode, obedece quem tem juízo”. Ela conta que a organização foi reestruturada para adotar “a ideia de colaboração”, tão alardeada nos dias atuais, mas que começou na Algar Telecom lá atrás. ” Leia na íntegra

Olhem que interessante, o cenário que vemos hoje começou a se desenhar 28 anos atrás. Quem percebeu essa tendência saiu na frente.

Parece simples, mas não basta só perceber, porque essa mudança é algo que demanda dedicação e confiança, pois, em uma empresa, só se tem ações colaborativas se sua estrutura (funcionários e gestores), acredita nessa economia. Rosa Maria Fischer analisa esse pensamento em um trecho do livro “Desafios da Colaboração”:

” A Colaboração não pode ocorrer sem confiança e os exemplos proporcionam a compreensão clara do processo de construção da confiança e credibilidade”

Ou seja, antes de você dizer que sua empresa ou você é um colaborador, você tem de dar EXEMPLOS CLAROS, de suas atitudes. Você precisa ter uma ATITUDE COLABORATIVA! Porque essa modalidade de economia está baseada na credibilidade de suas ações e na confiança de seus colaboradores.

Sem credibilidade, sem confiança, SEM PARCERIAS!

Mas, ai você pode me dizer: Ana, veja bem: A crise trouxe justamente a falta de confiança nos processos e no mercado, que hoje pode está dando sinais positivos e amanhã pode não estar mais. Como posso confiar?

A questão é que o mercado e a economia sempre foram instáveis, a diferença é que agora temos consciência disso e estamos buscando novas formas de vencer essa instabilidade, ou melhor, contornar seus efeitos para que, no futuro, não sejamos tão afetados, como fomos desde que essa crise se instalou.

Descobrir-se um colaborador não é ser apenas o “cara bonzinho” que ajuda a não jogar o lixo na rua, isso é nosso DEVER como sociedade.

Ser colaborador nessa nova realidade que surge é estar aberto a novas oportunidades que são financeiramente sustentáveis e que fogem do modelo convencional de mercado.

Quando você vive essa nova economia?

Quando você percebe oportunidades sustentáveis em situações ociosas, como um apartamento que está parado ou quando você utiliza seu carro para compartilhar uma viagem e a transforma em uma viagem com um custo mais interessante ou quando você sede espaços para um evento, visando publicidade e novos contatos.

Um dos maiores exemplos dessa economia que financeiramente é sustentável são: Airbnb e o Uber. Aqui ganha quem tem espaços ociosos ou tempo disponível e um carro, o consumidor e a plataforma que gerencia todo o processo. Mas temos muitos outros exemplos cada vez mais inovadores que, em breve, falaremos sobre eles.

É assim que as atitudes colaborativas, encontram colaboradores que, desenvolvem projetos e se transformam em empresas, startups e encontram seu lugar ao sol e movimentam a economia compartilhada trazendo um novo respirar na economia e despertando uma nova confiança, gerando credibilidade.

Mineiramente falando, mais que uma tendência ou “modinha” a economia compartilhada é a nova realidade, como falei no artigo da semana passada. Um novo caminho surge no horizonte, que precisa de ajustes? -Sim, mas o que não precisa ser aperfeiçoado?

No canal Viva Melhor, tem uma entrevista muito interessante com o Téo Ferraz, do (projeto) Benfeitoria, ele fala sobre economia compartilhada e como ela se desenvolve.

E se você gostou do artigo dessa semana e tem interesse em saber mais, clique aqui, semanalmente você vai encontrar pistas sobre como a economia colaborativa é algo cada vez mais atual e presente em nosso dia a dia.

Um grande abraço!

Author Ana

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