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Você já descobriu o seu lugar dentro da nova economia?

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Várias vezes eu já me perguntei qual é meu lugar dentro da sociedade, qual é meu ponto de transformação, por onde ele começa e segue. Não sei se você já se perguntou isso, mas até eu descobrir o que eu queria fazer como profissional, eu buscava meu ponto de equilíbrio.

Estudando a disciplina “Economia e Mercado” na faculdade, descobri que buscamos esse famoso “ponto de equilíbrio”, que na economia se refere em encontrar a medida certa entre produto ou serviço ofertado, e demanda. Ou seja, o momento que produzimos na quantidade exata ao que o consumidor deseja, onde não há desperdício e nem falta.

Só que esse conhecimento nos é dado em fragmentos. Caímos muitas vezes até aprender que esse equilíbrio também nos traz um conforto, a famosa Zona de Conforto que, faz com que, aceitemos exatamente o que o mercado nos oferece, porque é confortável e seguro. Só que nesse ponto de equilíbrio, também não se avança.

Não estou aqui dando uma aula de economia, até porque não é esse o objetivo, mas sim trazer para o meio da conversa, que, instintivamente, buscamos esse equilíbrio como o se fosse o caminho da perfeição.

Dentro da economia colaborativa e compartilhada , a meta é Sair da Zona de Conforto.

Existe uma crescente necessidade de colaboração para fazermos muitas coisas, para desenvolver projetos, colocar nossos sonhos no papel, ganhar visibilidade e descobrirmos meios de chegar ao outro lado da ponte, ou até mesmo construir uma ponte aonde não existe.

Não se inova na zona de conforto. Não se arrisca lá, lá os dias são sempre uma repetição de processos e mais processos. Você não perde, mas também não ganha.

Mas qual é meu lugar nisso tudo?

Posso dizer que eu também não sabia até pouco tempo atrás, eu só sabia que eu tinha um lugar, que ele era do meu tamanho e tinha sido talhado em meus sonhos, lá na minha adolescência. Era uma certeza, mais forte que qualquer outra coisa. Era algo que gritava.

Então, um dia eu parei para escutar e deixei esse grito ecoar dentro de mim com toda sua força, e encontrei o “À mineira”. Antes como um blog falando de Minas e seus encantos. Hoje floresce como um projeto de construções de ideias e sonhos.

Essa é a beleza da economia colaborativa, ela dá asas aos seus sonhos e faz com que eles voem. Faz com eles saltem de penhascos, com a certeza que não vão cair. Com isso, pegamos gosto de sentir o “frio” na barriga.

Então, qual é o seu lugar?

Existem pessoas fazendo coisas incríveis, a partir de uma ideia ou de uma necessidade, estão se movimentando e encontrando meios de realizarem seus projetos. Recentemente descobri um site chamado benfeitoria.com.

” Benfeitoria é uma plataforma de mobilização de recursos para projetos de impacto cultural, social, econômico e ambiental. Fomos a 1º do mundo a não cobrar comissão e a 1º do Brasil a oferecer novas modalidades de financiamento coletivo, como o Recorrente e o Matchfunding.” Fonte: benfeitoria.com

Olhem que interessante: você envia a Ideia para eles e se ela passar pela aprovação da plataforma, fica disponível para futuros investidores. Você estipula uma meta e “borá” correr atrás de investimento.

Os projetos são diversos, desde projetos para refugiados, gravação de um CD ou um vídeo, reforma de espaços, a projetos para crianças no Haiti ou levar cultura para crianças através de Bibliotecas sem paredes. Meu amigo, você não tem noção, mas é uma multidão de pessoas fazendo o bem, desejando que esse bem seja cada vez mais ampliado.

Vai me dizer que ainda não tem espaço para você?

Eu disse algumas vezes aqui, que se as oportunidades não aparecerem, você deve criá-las. Não podemos mais ficar acreditando que não temos um lugar, que nossa vida é assim, um conjunto de dias e mais dias.

– Não!!!

Não deixe que pessoas frustradas (chefes, colegas de trabalho, familiares etc.) ditem seus sonhos. Comece acreditando que sua ideia tem um sentido de ser. Pode ser que, ela ainda não esteja amadurecida e isso é algo que você, por outro lado, tem que ter a humildade de aceitar que, às vezes, sua ideia ainda está “crua”. Que você vai precisar ajustá-la algumas vezes e estar aberto a mudar, caso ela não se ajuste ao formato que você escolheu. Que você vai ter que repensar até encontrar o “ponto de equilíbrio” entre o desejo e a realidade. Ou se dedicar a voltar a estudar, ler mais, interagir mais com outras pessoas, até que ela (a ideia) esteja clara para você e para o mundo.

Veja bem: estar clara não é ser aceita por todos, pois, o interessante da economia compartilhada é que você constrói, o seu público. Porque na verdade ele já existe, apenas não te descobriu ainda. É essa a magia. É encontrarmos o “Nicho” que nos procura, porque deseja o nosso produto.

Seus sonhos estão sim dentro dessa nova economia, estão aí à espera de ser compartilhados e assim construir algo melhor e maior para um mundo, que precisa de pessoas que querem fazer o bem, como eu compartilhei no artigo da semana passada. Quando penso no Projeto “À mineira”, eu penso em tantas coisas, eu vejo-o grande e cheio de inovações, construindo conexões cheias de vida e esperança.

Mas se eu não acreditasse e não me jogasse, talvez nem estivesse escrevendo esse artigo, nem estaria fazendo faculdade e você não estaria lendo-o agora e tendo um tanto de ideias. Olha só que mágico! Um ato leva a mil possibilidades e cria milhões de oportunidades.

Então, se você ainda não sabe qual é seu lugar dentro dessa economia, comece conhecendo a nova economia, chamada de colaborativa, criativa e compartilhada!! “Bora” lá?

Um grande abraço!