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Você sabe o que é consumo…

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Você sabe o que é consumo criativo e compartilhado?

Quem assistiu a série da Netflix GirlBoss, contando a história de Sophia Amaruso, Ceo e criadora da Nasty Gal, um dos maiores e-commerces de roupas e acessórios do mundo, teve uma amostra do que uma simples ideia pode se transformar.

Ok! Muitos acharam a série chata, ocasionando uma baixa audiência que resultou no cancelamento da segunda temporada. Mas a história em si, é interessante e nos dá muitos toques, não só de moda, mas de empreendedorismo.

A grande sacada que vejo nessa história é que Sophia Amaruso transforma a sua vida a partir do uso da plataforma, o eBay. Tudo começou quando ela revende uma jaqueta comprada em um brechó por $9 dólares. Uma das opções que o ebay oferece é a venda através de lances, ao invés de preço fixo.

Quando Sophia postava uma foto, seus leilões chegavam às alturas em poucos minutos, e com uma margem de lucro absurda, fazendo com que conta bancária da sua loja engordasse cada vez mais, transformando em uma MARCA DE SUCESSO. Fonte: https://www.hypeness.com.br

Ideias valem ouro, mas você tem que acreditar e persistir.

As plataformas estão aí e outras estão para surgir. Basta que vejamos a oportunidade, onde a grande parte das pessoas não vêem. Sophia Amaruso teve uma ideia e correu atrás dela, enquanto muitos desacreditavam. Nada muito diferente de outras histórias de sucesso que você já ouviu.

É justamente isso que mais me instiga a empreender, se existe uma receita, ele se chama tentativa e erro, até dar certo. Quantas outras ideias não estão fervilhando na cabeça de muitos de nós?

Mas antes que você venha pensar: Lá vem a Ana com seu mundo “cor de rosa”, que tudo vai dar certo e vamos viver em mundo altamente compartilhado, vejam o dado abaixo, levantado em uma pesquisa publicada em 13/07/2018 pela Ludmilla Souza – Repórter da Agência Brasil – sobre o consumo no Brasil:

“De acordo com o levantamento, em cada dez brasileiros, oito (79%) avaliam negativamente as condições atuais da economia brasileira. Para 18%, o desempenho é regular, e para apenas 1% o cenário é positivo. Entre aqueles que avaliam o clima econômico como ruim, a principal explicação é o desemprego elevado, citado por 67% dos entrevistados.” veja a matéria completaaqui

Diante desse dado, podemos analisar que a confiança de alguns anos atrás já não existe mais e que vários fatores estão contribuindo para repensarmos como consumimos. Hoje tudo está mais caro. Mas isso não limita nosso desejo de compra. Uma prova disso é que, se você der uma volta no shopping em um domingo qualquer, você verá pessoas caminhando com sacolas em suas mãos; visualmente parece que tudo está do mesmo jeito.

Mas, não está.

Na mesma reportagem acima, explica-se a relação entre o otimismo e a falta de confiança no mercado e os resultados diretos na economia. É simples de se explicar, quanto mais otimistas estamos, mais queremos compartilhar essa alegria e essa confiança que tudo vai dar certo, portanto, gastamos mais. Quanto mais desconfiados, mais cuidadosos ficamos, menos recursos injetamos no mercado. Só que, se não consumimos, travamos a economia.

E o que isso tem a ver com economia compartilhada e o consumo criativo? Tudo!

Não adianta, estamos em uma sociedade capitalista e isso não vai mudar. O que está mudando é nossa relação com esse consumo. Se precisamos consumir e o dinheiro está escasso, temos que encontrar uma maneira de adquirir o bem que desejamos. É nesse momento que a economia compartilhada entra de forma tão intensa e sólida, dando uma opção viável a todos e com oportunidade de ganhos de ambos os lados.

Se queremos empreender, temos que encontrar maneiras dessa ideia sair do papel e transformá-la em algo sustentável. Voltando ao exemplo da Sophia Amaruso, ela não tinha dinheiro para investir, ela comprava em brechós com preços bem baixos e dava seu toque de criatividade nas roupas, o que transformava o valor da peça em seus leilões de sucesso. E isso é a grande sacada, você pode fazer algo que muitos já fazem, mas com o seu jeito. Justamente o que a economia compartilhada nos proporciona despertando um consumo mais criativo.

Não é que você só vai compartilhar as coisas e não vai ganhar nada, não é bem assim. Como já compartilhei com vocês aqui, há várias plataformas de compartilhamento, como a de tempo, roupas, brinquedos etcs, em que não envolve 1 Real, apenas criatividade e vontade de trocar experiências e consumir criativamente.

Por outro lado, existem as gigantes Aibnb e Uber, que transformaram a ideia de usar bens ociosos, para ganhar uma grana extra ou sair do sufoco do desemprego. Então, a questão aqui é que há espaço para todas as ideias, há sim possibilidade de você transformar algo do nada em algo gigante, para isso acontecer é necessário dedicação e persistência.

Não dá para pensar que você vai dormir com uma ideia e acordar milionário. As coisas não são assim. Então o que posso dizer é que não vamos deixar de consumir e nem podemos. Senão, travamos todo o mercado e um efeito (cascata) sem precedentes ocorrerá, mas estamos cada vez mais interessados em compartilhar os ganhos e construir um novo ecossistema, mais justo e ao alcance de todos. Vamos juntos?

Um grande abraço!